Espaço de ligação do internauta com o blog

Seguidores

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Governo quer ouvir sociedade sobre fim do horário de verão


A adoção do horário de verão para gerar economia de energia no Brasil não se justifica mais. A avaliação é do diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino. O horário de verão está previsto para começar no dia 15 de outubro e terminar em 17 de fevereiro do próximo ano. O governo analisa o encerramento do horário de verão. "A avaliação é que, sob a perspectiva do setor elétrico, o horário de verão não se justifica", disse Rufino.

Leia também
Governo avalia se irá ou não adotar horário de verão neste ano
Horário de Verão gerou economia de quase R$ 160 milhões


Estudos sobre a viabilidade da manutenção do horário de verão, que abrange nove estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal (Brasília), estão sendo conduzidos no âmbito do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que reúne diversos órgãos governamentais ligados ao setor elétrico.

As pesquisas apontam para o fato de que a adoção da hora adiantada não resulta mais em economia de energia, uma vez que a temperatura é quem determina o maior consumo de energia e não a incidência da luz durante o dia. De acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS), atualmente os picos de consumo ocorrem no horário entre 14h e 15h, e não mais entre 17h e 20h.

Enquete
O governo estuda a possibilidade de consultar a sociedade sobre a adoção ou não do horário de verão este ano. A decisão precisa sair rápido e está nas mãos do presidente Michel Temer e do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. Se a definição for pela enquete, ela será lançada no Portal do Planalto na próxima semana.

Apesar de não fazer mais diferença na economia de energia, conforme explicou o diretor-geral da Aneel, uma parte da sociedade gosta da sensação de ter uma hora a mais no dia e poderá manifestar isso na enquete.

Leia também
Flower Power: acessórios de flores chegam com tudo no Verão 2018
As tendências de bolsas para o Verão 2018


Além disso, o governo pode levar em consideração o maior movimento do comércio durante o horário de verão. Com dias mais claros, as pessoas ficam mais na rua e consomem mais.

Bandeira vermelha

De acordo com Rufino, em outubro o governo deve passar a cobrar a bandeira vermelha na conta de luz, possivelmente na faixa dois, em razão da escassez de chuvas.

"O que podemos falar agora é de tendência. A bandeira está vinculada ao CMO (Custo Marginal de Operação), que é muito dependente de regime hidrológico e a previsão de chuva. A tendência é que estamos com um regime hidrológico muito desfavorável, com chuvas atrasadas. A tendência é despachar térmicas mais caras", disse.

Atualmente, está em vigor a tarifa amarela na cobrança da conta de luz. Esta tarifa representa um acréscimo de R$ 2,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Com a adoção da tarifa vermelha, o preço da tarifa de energia passa a ter um acréscimo e vai a R$ 3,00 por 100 kWh. No caso do patamar dois, esse valor seria maior: R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos.link do artigo aqui

Arquivado inquérito contra Dilma, Cardozo, Falcão e Navarro


O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, acolheu pedido formulado por Rodrigo Janot, procurador-geral da República, e arquivou inquérito contra a ex-presidente da República Dilma Rousseff, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e os ministros do Superior Tribunal de Justiça Francisco Falcão e Marcelo Navarro.

Eles foram acusados de tentar embaraçar a Operação Lava Jato por meio da nomeação do ministro Navarro para o STJ em 2015. O STF tem entendimento pacífico sobre a obrigatoriedade do deferimento dos pedidos de arquivamento feitos pela PGR, independentemente da análise das razões apresentadas, à exceção dos casos fundamentados na atipicidade da conduta ou da extinção da punibilidade.ver + aqui


Decreto institui feminicídio nos boletins de ocorrência de Pernambuco

Dois decretos assinados na manhã desta segunda-feira (4) pelo governador Paulo Câmara prometem fortalecer o combate à violência contra a mulher. O primeiro troca, no boletim de ocorrência, a nomenclatura "crime passional" por "feminicídio". O segundo, institui um grupo de trabalho para observação desse tipo de crime em 
Pernambuco. "A legislação federal já existe, é crime hediondo, e agora a gente avança para que, no âmbito das nossas polícias, isso seja destacado e priorizado", explicou o governador Paulo Câmara.

"A gente a partir de agora dá mais transparência ainda a qualquer tipo de crime contra a mulher, destacando o feminicídio e ações que possam ser feitas para dar-nos respostas mais rápidas. Infelizmente no nosso estado, e no país inteiro, acontecem crimes covardes de uma cultura ainda machista que persiste em muitas regiões e precisam ser combatidos, seja com ações preventivas ou combativas", afirmou o governador de Pernambuco, Paulo Câmara. 

"É uma luta que vai ser constante. Essa lei é um avanço para Pernambuco, uma vitória não só pra mim, mas para todas as mulheres, todas as mães de Mirelas e Marias", afirmou, emocionada, Sueli Cordeiro, mãe de Tassia Mirela. "Estamos sendo vítimas dessa violência em qualquer lugar. Em casa, nos ônibus, nas ruas. São muitas Mirelas", defende. Sueli conta que na terça (5) fará cinco meses da morte da filha. "E agora não é mais um homicídio, vai ser qualificado como feminicídio, que era isso que a gente precisava. Eu só quero que a Justiça seja feita. Tenho certeza que a gente vai conseguir essa vitória, ele vai pagar pelo que fez", declarou. link aqui

Pernambuco pegando fogo do sertão a capital

*Hoje, segunda-feira 04/09/2017*

Resumo da violência no estado de Pernambuco, durante às ultimas 24hs e o total das 72hs.

*HOMICÍDIOS* 🔫💀🔪☠🔫

*22* homicídios no domingo -
*17 RMR* e *05 INT*

*47* homicídios no fim de semana.
*30 RMR* *17 INT*

TOTAL de *3.689* homicídios no ano - *1.755 RMR* e *1.934 INT*

*ASSALTOS A ÔNIBUS* 🚌🔫🚎🔪

*08* assaltos no domingo.

*27* assaltos no fim de semana.

*27* assaltos no mês de SETEMBRO.

*2.691* assaltos no ano de 2017.

*OBS.:* de janeiro a dezembro de *2016 foram 1.916 assaltos a ônibus.*

Fonte: Rádio Jornal 🎙📻🎙

Morre centésimo policial militar no Rio neste ano

O sargento José Cavalcante e Sá foi o centésimo policial militar a morrer neste ano no Rio de Janeiro ao ser baleado na cabeça com um tiro de fuzil, na manhã deste sábado (26), na porta de casa, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

As circunstâncias em que o sargento foi baleado parecem ser típicas do perfil de mortes de PMs no Estado: fora de serviço, no fim de semana e na Baixada Fluminense, região que tem o maior número dessas mortes. O policial não estava uniformizado quando foi baleado. Ainda não está claro se ele estava de folga ou se ia ou voltava do trabalho. Tampouco se sabe o que motivou o assassinato.

Em 2017, o Estado teve um PM morto a cada dois dias. O número inclui mortos em serviço, em folga e inativos, todos vítimas de ações violentas. Nesse ritmo, caminha em direção à assombrosa marca de 200 casos em um ano - o maior número foi atingido em 1994, quando morreram 227 policiais.

Leia também:
Militares reduzirão presença nas ruas do Rio de Janeiro
Forças Armadas estão prontas para atuar no Rio de Janeiro, diz Jungmann
Morre bebê baleado no útero da mãe no Rio de Janeiro


Essa matança de PMs no Rio chama mais a atenção se comparada a dados paulistas. O Estado de São Paulo registrou 22 policiais militares mortos de folga ou em serviço no primeiro semestre deste ano, sendo que a PM paulista tem quase o dobro do efetivo do Rio -87 mil agentes, ante 45 mil- e mais que o dobro da população -45 milhões de habitantes, contra 17 milhões.

Já os homicídios após oposição a intervenção policial aumentaram 45% neste ano no Rio. Foram 551 mortes por policiais no primeiro semestre de 2017, ante 400 no mesmo período do ano passado.

No Rio, as causas das mortes de PMs são variadas. São alvejados em serviço, andam armados em folga e reagem a assaltos, são identificados como policiais, mesmo de folga ou já aposentados, e acabam assassinados em seguida.

A série da estatística policial, iniciada em 1994, mostra que nada disso é novidade. No ano em que houve menos mortes desde então, em 2011, foram 108 casos. No entanto, agora, todos os fatores que levam à morte de policiais foram exacerbados com a crise econômica que deixa um rombo de R$ 21 bilhões nos cofres fluminenses e uma série de servidores e pensionistas com vencimentos atrasados.

A quantidade de assassinatos explodiu em 2016, coincidindo com o mergulho do Rio em crise financeira de proporções inéditas -foi de 118, em 2015, para 147, em 2016.
Os dados de mortes em serviço são o retrato desse retrocesso -o número dessas mortes entre janeiro a junho estão em dois dígitos desde 2014, remontando aos primeiros anos deste século.

O risco da profissão já havia tornado comum entre eles algumas estratégias de sobrevivência, como evitar deixar a farda a vista em casa, para policiais que vivem em vizinhanças dominadas pelo tráfico. No entanto, com o recrudescimento da violência, esse medo se espalhou.

Crimes em alta
No Estado, homicídios e roubos em geral também estão em alta. PMs são vítimas frequentes de assalto e, por andarem armados, são mortos ao reagirem ou serem identificados.

"Existe essa cultura na formação do PM e na sociedade em geral. O policial é visto como um defensor da sociedade mesmo na folga. Se vê um assalto, vai tentar intervir, por achar que, se não fizer isso, estará cometendo desvio de função. Se ele for o assaltado, provavelmente vai reagir antes do que um cidadão comum, mesmo um armado", diz o coronel Ibis Pereira, que foi comandante interino da PM do Rio de Janeiro.

Muitos PMs costumam fazer os chamados bicos, trabalhando principalmente como seguranças privados, para complementar suas rendas. Já o Regime Adicional de Serviço, que permite que policiais militares e civis trabalhem na folga para as próprias polícias, complementando a falta de efetivo, não é pago desde setembro do ano passado. Policiais também não receberam o 13º salário.

A política de segurança pública vem sendo desmontada pela crise. Não há recursos para contratar aprovados em concurso. A política de Unidades de Polícia Pacificadora ruiu - estudo da PM cita 13 confrontos em áreas com UPP em 2011, contra 1.555 em 2016.

Nesse vácuo, o número de confrontos entre grupos criminosos aumentou, o que, por sua vez, atrai a polícia e gera mais embates com traficantes mais bem armados.
Segundo o coronel Ibis, as mortes de PMs decorrem também da forma como a política de segurança é concebida.

As ações, diz, não estão voltadas às grandes apreensões de drogas, mas para o varejo, dentro das favelas, onde o tráfico tem grande poder de fogo.
Segundo o coronel Fabio Cajueiro, que coordenou uma análise de vitimização policial, há cerca de um ano a PM incluiu em seu treinamento um curso que dá instruções sobre como agir em folga.

O secretário de Segurança, Roberto Sá, disse, no enterro de um policial civil neste fim de semana, que acha que é preciso fazer mudanças na legislação para torná-la mais rígida, principalmente contra quem porta fuzis.link aqui

Túnel do tempo

Engarrafamento Pitu  S/A  Vitória-Pernambuco  década de 40

              Trevo do Borges  vista parcial do terminal rodoviário.Vitória-Pernambuco .1982.

A polícia do Vaticano flagrou uma festa com orgia gay regada a drogas nas dependências da cidade-estado.


O jornal italiano Il Fatto Quotidiano noticiou que a polícia do Vaticano flagrou uma festa com orgia gay regada a drogas nas dependências da cidade-estado. De acordo com as publicações, o Papa Francisco estaria furioso. O incidente, segundo a imprensa internacional, envolve oficiais de alto escalão do Vaticano e teria ocorrido no final de junho.

A polícia teria invadido o apartamento de um padre depois de reclamações dos vizinhos de um "comportamento estranho". O imóvel, segundo o jornal, é de propriedade da Congregação para a Doutrina da Fé, a mais antiga das nove congregações da cúria romana, um dos órgãos que faz parte da Santa Sé.

O organizador da festa seria Luigi Capozzi, de 50 anos, assessor do Cardeal Franceso Coccopalmerio, o presidente do Conselho Pontífice de Textos Legislativos. 

Capozzi teria sido preso e levado ao hospital para a retirada das drogas do organismo. Coccopalmerio é apontado ainda como um dos principais conselheiros do Papa, tendo ocupado o posto desde 2007 por indicação de Bento XVI.
link do artigo aqui

fuzil pendurado no pescoço do rei do pop Michael Jackson


Traficantes colocaram um aterrorizante adereço na estátua em homenagem a Michael Jackson no Morro Dona Marta, em Botafogo, segundo uma foto que circulou nas redes sociais ontem e que mostra um fuzil pendurado no pescoço do rei do pop. A Polícia informou em um comunicado que a fotografia foi tirada "por criminosos" que pertenciam a um grupo de um traficante detido em 27 de julho.

No comunicado, as autoridades afirmaram que os suspeitos foram identificados e que estão realizando uma ação para prendê-los, mas sem especificar a data da foto, tirada em plena luz do dia.

A estátua de bronze, instalada em uma laje da comunidade, foi inaugurada em 2010, um ano após a morte do cantor, que escolheu o local para filmar as cenas de seu videoclipe "They don't care about us", em 1996, acompanhado pelo grupo de percussão Olodum.

Fotografada por inúmeros turistas, esta estátua simbolizava a renovação dos morros, onde vive cerca de um quarto da população carioca. No momento de sua inauguração, dava-se início à política de pacificação das comunidade.

Mas um ano depois das Olimpíadas de 2016, o Rio se vê sacudido pelo forte aumento da violência, enquanto multiplicam os tiroteios durante as incursões policiais nas comunidades contra traficantes fortemente armados.

Escalada
Desde o início do ano, 97 policiais foram assassinados e balas perdidas deixam dezenas de vítimas, incluindo crianças. Em menos de 24 horas, foram três PMs mortos, entre os quais uma cabo reconhecida como policial durante um assalto e um soldado baleado em um patrulhamento.

Em 2017, o Estado teve um PM morto a cada dois dias. O número inclui mortos em serviço (21), em folga (56) e aposentados (20), todos vítimas de ações violentas. Nesse ritmo, caminha em direção à assombrosa marca de 200 casos em um ano -o maior número foi atingido em 1994, quando morreram 227 policiais. Essa matança de PMs no Rio chama mais a atenção se comparada a dados paulistas.

O Estado de São Paulo registrou 22 policiais militares mortos de folga ou em serviço no primeiro semestre deste ano, sendo que a PM paulista tem quase o dobro do efetivo do Rio -87 mil agentes, ante 45 mil- e mais que o dobro da população -45 milhões de habitantes, contra 17 milhões.

Já os homicídios após oposição a intervenção policial aumentaram 45% neste ano no Rio. Foram 551 mortes por policiais no primeiro semestre de 2017, ante 400 no mesmo período do ano passado.

Causas
No Rio, as causas das mortes de PMs são variadas. São alvejados em serviço, andam armados em folga e reagem a assaltos, são identificados como policiais, mesmo de folga ou já aposentados, e acabam assassinados em seguida. A série da estatística policial, iniciada em 1994, mostra que nada disso é novidade. No ano em que houve menos mortes desde então, em 2011, foram 108 casos. No entanto, agora, todos os fatores que levam à morte de policiais foram exacerbados com a crise econômica que deixa um rombo de R$ 21 bilhões nos cofres fluminenses e uma série de servidores e pensionistas com vencimentos atrasados. A quantidade de assassinatos explodiu em 2016, coincidindo com o mergulho do Rio em crise financeira de proporções inéditas -foi de 118, em 2015, para 147, em 2016.link do artigo aqui


Fachin pede inquérito contra sete pernambucanos


Ministro abre ação contra nove ministros do Governo Michel Temer, 29 senadores e 42 deputados federais, entre eles os presidentes das duas Casas

O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, relator do processo da Lava Jato, determinou a abertura de inquérito contra nove ministros do governo de Michel Temer, 29 senadores e 42 deputados federais, segundo informação do jornal "O Estado de S. Paulo".

Entre os que serão investigados estão ainda os presidentes das duas Casas Legislativas, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE). Segundo o jornal, também serão investigados no Supremo um ministro do Tribunal de Contas da União, três governadores e 24 outros políticos e autoridades.

Na relação de inquéritos, sete pernambucanos estão incluídos: os ministros Bruno Araújo (PSDB - Cidades) e Roberto Freire (PPS – Cultura), os senadores Fernando Bezerra Coelho (PSB e Humberto Costa (PT), os deputados Betinho Gomes (PSDB) e Jarbas Vasconcelos (PSDB) e o ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho Vado da Farmácia (sem partido).

Ainda segundo o "Estadão", os senadores Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, e Romero Jucá (RR), presidente do PMDB, serão investigados em cinco inquéritos cada. Já o ex-presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), será investigado em quatro.

Dos ministros de Temer, foram citados Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia, Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional, Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores, Blairo Maggi (PP), da Agricultura, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Roberto Freire (PPS), da Cultura, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Destes, Padilha e Kassab responderão em duas investigações.

Estão citados ainda os governadores dos Estados de Alagoas, Renan Filho (PMDB), Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD) e Acre, Tião Viana (PT).

O presidente Michel Temer é citado na lista, mas não há pedido de investigação contra ele, por ter "imunidade temporária". Por ser presidente, ele não pode ser investigado por crimes não relacionados ao mandato. Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff também não aparecem, por não terem prerrogativa de foro.

A lista é baseada na chamada "lista do Janot", mandada ao STF no dia 14 de março. Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou 83 pedidos de inquérito ao tribunal, com base nas delações dos 77 executivos da empreiteira Odebrecht. Fachin teria decidido a respeito dos pedidos no dia 4 de abril, de acordo com a assinatura eletrônica dos documentos.

O material permanece em segredo de Justiça. Além dos 83 inquéritos, a PGR (Procuradoria-Geral da República) solicitou 211 pedidos de declínio de competência ( envio de investigação para outras instâncias do Judiciário), além de 19 "providências" (para incluir trecho de delação da Odebrecht em inquérito já aberto, por exemplo) e 7 arquivamentos.

SIGILO

Segundo o jornal "Estado de S. Paulo", Fachin decidiu levantar o sigilo sobre os pedidos de inquérito.

"Percebe-se, nesse cenário, que a própria Constituição, em antecipado juízo de ponderação iluminado pelos ideais democráticos e republicanos, no campo dos atos jurisdicionais, prestigia o interesse público à informação", afirmou o ministro.

Na decisão, Fachin cita seu antecessor na relatoria da operação, Teori Zavascki, que chegou a liberar o sigilo de outras investigações. "Com esse pensamento, aliás, o saudoso ministro Teori Zavascki já determinou o levantamento do sigilo em autos de colaborações premiadas em diversas oportunidades."

...O QUE ACONTECE AGORA NO STF

1. No inquérito aberto, os investigadores juntam provas para saber se há indícios de autoria e materialidade dos crimes

2. Os procuradores podem apresentar denúncias ao fim de cada investigação ou pedir o arquivamento

3. No STF, a denúncia precisa ser analisada em colegiado. Quem decide casos de senadores, deputados federais e ministros é a Segunda Turma do Supremo (5 ministros). 

Já os presidentes da República, do Senado e da Câmara têm o caso analisado no plenário da corte, por todos os 11 ministros.

Veja a lista divulgada pelo Estado:

Pernambucanos

Bruno Araújo (PSDB) - Ministro das Cidades
Roberto Freire (PPS) - Ministro da Cultura
Fernando Bezerra Coelho (PSB) - Senador
Humberto Costa (PT) - Senador
Jarbas Vasconcelos (PMDB) - Deputado federal
Betinho Gomes (PSDB) - Deputado federal
Vado da Famárcia (sem partido), ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho

Demais:

Senador da República Romero Jucá Filho (PMDB-­RR)
Senador Aécio Neves da Cunha (PSDB­-MG)
Senador da República Renan Calheiros (PMDB­-AL)
Ministro da Casa Civil Eliseu Lemos Padilha (PMDB­-RS)
Ministro da Ciência e Tecnologia Gilberto Kassab (PSD-SP)
Deputado federal Paulinho da Força (SD-­SP)
Deputado federal Marco Maia (PT-­RS)
Deputado federal Carlos Zarattini (PT-­SP)
Deputado federal Rodrigo Maia (DEM­-RJ), presidente da Câmara Federal
Deputado federal João Carlos Bacelar (PR-­BA)
Deputado federal Milton Monti (PR­-SP)
Governador do Estado de Alagoas Renan Filho (PMDB)
Ministro da Secretaria-­Geral da Presidência da República Wellington Moreira Franco (PMDB)
Ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB)
Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços Marcos Antônio Pereira (PRB)
Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Borges Maggi (PP)
Ministro de Estado da Integração Nacional, Helder Barbalho (PMDB)
Senador da República Paulo Rocha (PT-­PA)
Senador da República Edison Lobão (PMDB­-PA)
Senador da República Cássio Cunha Lima (PSDB­-PB)
Senador da República Jorge Viana (PT-­AC)
Senadora da República Lidice da Mata (PSB­-BA)
Senador da República José Agripino Maia (DEM­-RN)
Senadora da República Marta Suplicy (PMDB­-SP)
Senador da República Ciro Nogueira (PP-­PI)
Senador da República Dalírio José Beber (PSDB­-SC)
Senador da República Ivo Cassol (PP-RO)
Senador Lindbergh Farias (PT-­RJ)
Senadora da República Vanessa Grazziotin (PCdoB-­AM)
Senadora da República Kátia Regina de Abreu (PMDB-­TO)
Senador da República Fernando Afonso Collor de Mello (PTC-­AL)
Senador da República José Serra (PSDB-­SP)
Senador da República Eduardo Braga (PMDB-­AM)
Senador Omar Aziz (PSD­-AM)
Senador da República Valdir Raupp (PMDB-RO)
Senador Eunício Oliveira (PMDB-­CE)
Senador da República Eduardo Amorim (PSDB­-SE)
Senadora Maria do Carmo Alves (DEM­-SE)
Senador da República Garibaldi Alves Filho (PMDB-­RN)
Senador da República Ricardo Ferraço (PSDB­-ES)
Deputado Federal José Carlos Aleluia (DEM­-BA)
Deputado Federal Daniel Almeida (PCdoB-­BA)
Deputado Federal Mário Negromonte Jr. (PP-­BA)
Deputado Federal Nelson Pellegrino (PT­-BA)
Deputado Federal Jutahy Júnior (PSDB­-BA)
Deputada Federal Maria do Rosário (PT-­RS)
Deputado Federal Felipe Maia (DEM-­RN)
Deputado Federal Ônix Lorenzoni (DEM­-RS)
Deputado Federal Vicente "Vicentinho" Paulo da Silva (PT-­SP)
Deputado Federal Arthur Oliveira Maia (PPS­-BA)
Deputada Federal Yeda Crusius (PSDB­-RS)
Deputado Federal Paulo Henrique Lustosa (PP-­CE)
Deputado Federal José Reinaldo (PSB­-MA) - por fatos de quando era governador do Maranhão
Deputado Federal João Paulo Papa (PSDB-­SP)
Deputado Federal Vander Loubet (PT-­MS)
Deputado Federal Rodrigo Garcia (DEM-­SP)
Deputado Federal Cacá Leão (PP-­BA)
Deputado Federal Celso Russomano (PRB-­SP)
Deputado Federal Dimas Fabiano Toledo (PP-­MG)
Deputado Federal Pedro Paulo (PMDB-­RJ)
Deputado federal Lúcio Vieira Lima (PDMB-­BA)
Deputado Federal Paes Landim (PTB-­PI)
Deputado Federal Daniel Vilela (PMDB-­GO)
Deputado Federal Alfredo Nascimento (PR­-AM)
Deputado Federal Zeca Dirceu (PT-­SP)
Deputado Federal Zeca do PT (PT­-MS)
Deputado Federal Vicente Cândido (PT-­SP)
Deputado Federal Júlio Lopes (PP­-RJ)
Deputado Federal Fábio Faria (PSD-­RN)
Deputado Federal Heráclito Fortes (PSB-­PI)
Deputado Federal Beto Mansur (PRB-­SP)
Deputado Federal Antônio Brito (PSD-­BA)
Deputado Federal Décio Lima (PT-­SC)
Deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT-­SP)

Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo Filho
Governador do Estado do Rio Grande do Norte Robinson Faria (PSD)
Governador do Estado do Acre Tião Viana (PT)
Prefeita Municipal de Mossoró/RN Rosalba Ciarlini (PP) - ex­-governadora do Estado
Valdemar da Costa Neto (PR)
Luís Alberto Maguito Vilela, ex-senador da República e prefeito municipal de Aparecida de Goiânia entre os anos de 2012 e 2014
Edvaldo Pereira de Brito, então candidato ao cargo de senador pela Bahia nas eleições 2010
Oswaldo Borges da Costa, ex­-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais/Codemig
Senador Antônio Anastasia (PSDB-­MG)
Cândido Vaccarezza (ex-­deputado federal PT)
Guido Mantega (ex-­ministro)
César Maia (DEM), vereador e ex­-prefeito do Rio de Janeiro e ex-­deputado federal
Paulo Bernardo da Silva, então ministro de Estado
Eduardo Paes (PMDB), ex-­prefeito do Rio de Janeiro
Ex-ministro José Dirceu
Deputada Estadual em Santa Catarina Ana Paula Lima (PT­-SC)
Márcio Toledo, arrecadador das campanhas da senadora Suplicy
Napoleão Bernardes, prefeito municipal de Blumenau (SC)
João Carlos Gonçalves Ribeiro, que então era secretário de Planejamento do Estado de Rondônia
Advogado Ulisses César Martins de Sousa, à época Procurador-­Geral do Estado do Maranhão
Rodrigo de Holanda Menezes Jucá, então candidato a vice­-governador de Roraima, filho de
Senadro Romero Jucá (PMDB-RR)
Paulo Vasconcelos, marqueteiro de Aécio
Eron Bezerra, marido da senadora Grazziotin
Moisés Pinto Gomes, marido da senadora Kátia Abreu, em nome de quem teria recebido os recursos
Humberto Kasper
Marco Arildo Prates da Cunha
José Feliciano.fonte




Pernambuco é selecionado para sediar penitenciária federal de segurança máxima

Uma equipe do Depen chegou a Pernambuco nesta segunda para vistoriar terrenos que atendam às necessidades da obra


O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) informou nesta segunda-feira (10) que o Estado de Pernambuco foi selecionado para sediar uma penitenciária federal de segurança máxima. A construção de cinco desses complexos está prevista no Plano Nacional de Segurança, lançado em janeiro pelo governo federal.

A primeira unidade da federação escolhida foi o Rio Grande do Sul. As informações são da Agência Brasil. Por meio de nota, o Depen destacou que uma equipe do órgão, vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e responsável pela gestão do sistema penitenciário, chegou a Pernambuco nesta segunda para vistoriar terrenos que atendam às necessidades da obra.

O Sistema Penitenciário Federal tem, atualmente, quatro unidades localizadas em duas capitais (Campo Grande e Porto Velho) e duas em cidades do interior (Catanduvas, no Paraná, e Mossoró, no Rio Grande do Norte). A quinta está sendo construída em Brasília.

"O objetivo dessas penitenciárias é oferecer aos Estados capacidade de isolamento de lideranças do crime organizado, conforme prevê a Lei de Execução Penal", ressaltou a nota do Depen.

A previsão é que sejam transferidos para esses locais presos condenados e provisórios, sujeitos ao Regime Disciplinar Diferenciado, líderes de organizações criminosas, detentos responsáveis pela prática reiterada de crimes violentos, de alta periculosidade e por atos de fugas ou grave indisciplina, além de réus colaboradores ou delatores premiados.fonte